quinta-feira, 28 de julho de 2011

Aprendendo Tática com Vídeo Games

Olá pessoas que leem o blog hoje o assunto é bem interessante, nós falaremos sobre tática e como adquiri-la de uma forma bem dinâmica e funcional e se você como esse mestre que vos fala já teve dificuldade com esta parte do combate leiam com atenção pratiquem as dicas e depois me digam o resultado ok? Vamos lá então?
Há algum tempo atrás montar um combate desafiador, no sentido tático era bem trabalhoso e difícil, e aqui não falo de inimigos super poderosos ou sacos de Pvs, falo exatamente de surpreender os personagens dos jogadores com maquinações originais, ou bem colocadas que me proporcionassem uma boa administração do jogo, sem contudo ter apelar.
Eu queria desgastar os personagens e fazer os jogadores pensarem e não ficarem apenas rolando dados em ataques. Com advento da 4ed. as coisas melhoraram e o elemento tático no combate tomou mais destaque, os livros tendenciaram a destacar e a dar dicas de como implementar este tipo de combate, afinal o sistema pedia isso. Bem, eu aprendi muito com os livros, com dicas lidas na internet e com a vivência durante os jogos.
Entretanto, havia mais uma fonte que a muito tempo eu não explorava, os jogos eletrônicos, isso se deu por que por muito tempo me mantive afastado deles, por inúmeros motivos desde falta de grana para comprar um console, quanto desinteresse mesmo, mas o mundo da voltas e ele girou o que me levou a me reaproximar dos games e me fez perceber que podemos trazer algumas noções para os nossos jogos.
Dessa maneira minha dica é observar como se dão os combates na maioria dos jogos de ação e de RPG, percebendo suas dinâmicas particulares e tentando converte-las para a realidade imaginada dentro da sua mesa de jogo.
Perceba como o jogo lida com o terreno e como ele facilita a vida dos adversários e atrapalha nossas missões, além disso preste bem atenção como é fácil ser flanqueado por inimigos não tão poderosos, que se aproveitam da situação para desferir um grande número de dano.
Aliado aos adversários estão também pequenos enigmas ou armadilhas, que devem ser desvendados ou destravados, também podemos observar como o elemento do tempo é bem usado para causar dramaticidade e  fazer com que a adrenalina suba, diminuindo assim a capacidade de raciocínio frio.
Enfim são situações como essas que podemos trazer, além disso os elementos gráficos podem ser adaptados através de descrições que despertem sensações e façam a imaginação dos jogadores alçar grande voos. Bem estas foram as minhas considerações a ideia no final das contas é trazer um pouco da dinâmica dos games para o RPG de mesa, fazendo com que os jogadores enfrentem desafios interessantes e também diferentes dos habituais.


Até logo senhores e senhoras espero suas colaborações nos comentários.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Adaptando Conceitos: Armaduras de Ouro para D&D 4ed.


Olá pessoal que aparece por aqui! Hoje vou postar uma pequena adaptação, ou talvez o termo melhor seja uma releitura, das armaduras de ouro dos cavaleiros de ouro do animê Cavaleiros do Zodíaco.
Antes que apareçam comentários falando que eu não adaptei fielmente, ou que a adaptação que fiz não correspondeu expectativas, digo que só foi uma ideia, uma ideia que pode ser desenvolvida por qualquer um da maneira que achar melhor blz?
Mas, a minha iniciativa não tem o intuito de tronar possível jogar com um dos cavaleiros no mundo do D&D, apenas trazer parcialmente a ideia de armaduras de ouro poderosas que são usadas por guerreiros, diante disso vamos a releitura

Armadura de Ouro Estelar
Composta através da junção de fragmentos de estrelas juntamente com o melhor metal encontrado no mundo, esta armadura é capaz de invocar as poderosas forças que regem o universo para proteger o seu usuário.

Nível 25 : +5 625.000 PO                                          Armadura: Cota, Brunea
Nível 30:+ 6 3.125.000 PO                                       Melhoria: CA

Propriedade: Poder( Diário, Radiante) Reação Imediata. O usuário ativa este poder quando atingido pelo ataque do inimigo. O alvo sofre um dano radiante igual a 2d10 +modificador de força.
Nível 30= 3d10 + modificador de força.

Bem, aqui estão as estatísticas do item mágico,mas ao mesmo tempo que eu criava estes dados eu refletia em como colocá-las dentro do universo do jogo, pois bem  duas foram as conclusões que cheguei.
A primeira delas e mais simples é libera-las como itens mágicos normais, ou seja, que apesar de raros podem ser encontrados e vendidos pelos valores que foram descritos.
A segunda, nos leva ao resgate de algumas propriedades do nosso ponto de origem, podemos definir o histórico do item de forma bem semelhante daquele apresentado nos Cavaleiros do Zodíaco, sendo assim a comercialização estaria proibida, não haveria como fabricar novas armaduras e seu número seria limitado, a talvez como no mangá/animê a doze.
No final das contas quem decide isso é somos nós narradores, então fiquem a vontade para usar da maneira que acharem melhor, até porque a razão pela qual este post foi escrito não é uma adaptação fiel ou qualquer coisa do gênero, mas sim demonstrar que tudo que nos cerca pode nos influenciar!

Espero os comentários e as contribuições se por ventura alguém desejar adaptar mais fielmente! 

sábado, 23 de julho de 2011

Rascunhos de Dragão por Érika Ferreira



Olá senhores e senhoras hoje um post rápido que dá notícias sobre as ultimas novidades de um dos nossos colaboradores, são esboços rápidos de estudos feitos pela ilustradora e colorista  Érika Ferreira das criaturas mais formidáveis do universo da fantasia medieval, falo claro dos dragões.
Brevemente vocês terão algumas surpresas aqui no blog então fiquem ligados e para conhecer  melhor o trabalho dessa garota acessem:  http://erikaearte.blogspot.com/







sexta-feira, 22 de julho de 2011

Tranformers 3 O Lado Oculto da Lua: Uma Análise RPGística

Olá pessoas que acompanham o blog! Neste post eu desejo falar um pouco do filme que assisti ontem, um filme que para mim foi bem recompensador de ver, um show de grandes explosões, de momentos que me causaram risos e que me fizeram perder o fôlego.
No entanto, como sempre faço ao falar de um filme por aqui eu não estou disposto a resenhar o filme e conceder uma nota, pois muitos fazem isso em seus blogs, a minha intenção é analisar o filme, sua história, suas cenas e tudo mais com um olhar de narrador de RPG e me perguntar o que eu poderia levar para minhas aventuras dessa película?Então vamos à reflexão?   
Para começar, acho que podemos citar o pano de fundo que o filme traz, a corrida espacial promovida pelos humanos e sua verdadeira causa, como na verdade a ambição humana estava ligada ao aparecimento de uma nave alienígena e como isso serviu para um aumento ainda maior da tensão da guerra fria.Tomando esse argumento inicial acho que já dava para fazer uma bela campanha de espionagem e intriga política.
Ainda trabalhando o conceito apresentado temos a teoria da conspiração do nunca retorno a lua desde a primeira vez que o homem a pisou, dessa parte podemos tirar a grande ideia de um grupo em busca dessas respostas, um grupo que tem a consciência que um retorno era possível, no entanto tal retorno a lua nunca aconteceu, juntamos com isso uma associação entre aliens e humanos e temos outro bom argumento para explorarmos.
Como não poderia deixar de ser temos também um argumento que salta aos nossos olhos só de lermos o título, a guerra entre raças alienígenas, bem acho que desse eu não preciso falar muito, só preciso dizer que tem muito pano para manga esperando para ser desenvolvido.
Temos os bons e velhos itens mágicos/tecnológicos a busca por eles,a dramática tentativa de impedir que eles tragam destruição para todo o mundo e enfim a dificuldade de administrar essa tentativa e também essa busca no meio da porrada comendo solta.
Para finalizar deixo escrito também alguns temperos que o filme podem trazer para nós narradores, traição, assassinato de personagens marcantes, aparente inferioridade para com o vilão e o mais interessante a tentativa do resgate de um planeta morto, acho que este último por si só um grande argumento para uma campanha

Bem por hoje é só, assistam o filme e não esqueçam de dar sua opinião aqui no blog!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Colaboração d’O Bardo - Armadilhas para dungeons

Vamos falar seriamente, uma dungeon clássica sem armadilhas não existe. Mas hoje não vou entrar no mérito de elas deverem ser usadas ou não, apenas trarei alguns exemplos, para aquele dia em que você está sem ideias.

Fossos: geralmente com o objetivo de prender e atrasar, podem apenas estar lá, esperando você tentar ultrapassar ou surgir sob seus pés quando você pisar.

Fosso vazio

Fosso com animal/monstro

Fosso com água

Fosso com água com animal/monstro

Fosso com estacas

Fosso com graxa nas paredes

Fosso com ácido

Colunas de lâminas

Serras móveis

Paredes esmagadoras

Paredes esmagadoras com espinhos

Teto esmagador

Teto esmagador com espinhos

Teto que desmorona

Paredes com chamas

Paredes com flechas

Parede com machado pendular

Chão com piche

Chão com espinhos

Gás paralisante

Jogos como Prince of Persia (tanto os antigos quanto os novos), Tomb Raider e Orcs Must Die dão várias boas ideias também (mesmo porque, algumas dessas são desta procedência).

Não esqueçam de acessar As Crônicas do Bardo Acorde!

Bena

Amigos Os Melhores Aliados

Olá senhores e senhoras que acompanham o blog!  Ontem foi o dia do amigo e eu não postei nada temático, mas surgiu uma ideia sobre o assunto, então resolvi escrever e publicar o artigo hoje,como não poderia ser tal reflexão fala sobre amizade e como os amigos são os melhores aliados que qualquer personagem poderia ter.
Melhor do que qualquer item mágico, fortuna ou poder é em minha opinião um amigo na hora certa, pois este pode salva o personagem das maiores enrascadas, pode conceder vantagens propícias em momentos corretos, enfim amigos são como diz o ditado "pau para toda obra".
Pensando assim, podemos colocar que ao se ter entre as fileiras de aliados pessoas que de fato são amigas nós podemos contar com algo bem interessante, a lealdade. Tal sentimento é o divisor de águas em certas situações, pois é seu grau que determinará a intensidade da fidelidade de um personagem pelo outro.
O afeto de uma relação duradoura é uma grande liga entre indivíduos e um combustível incrível para resoluções de problemas difíceis, por isso senhores a minha dica é invistam um pouco em seus históricos no que tange da amizade, instigue o mestre a usar essa relação e sempre que puder dentro do jogo a invoque, tire proveito e mexa com a história usando-a.
Os amigos do passado do personagem podem ser a força que tanto o grupo precisava para resolver o conflito, ou quem sabe eles sejam os únicos que ainda acreditam na inocência do grupo, graças a convivência que tiveram no passado, amigos são mais do que aliados, eles podem chegar a fazer coisas que nenhum outro poderia  fazer, um exemplo bem claro disso é Frodo e Sam, se Sam não tivesse o grau de afinidade e convivência apresentado no livro para com Frodo, com toda a certeza ele não teria feito o que fez, por isso meus queridos e queridas nunca é demais ressaltar dentro do jogo invistam em amizades, de fato interpretem e construam alianças com os pdms, pois no futuro eles podem auxiliar você de alguma forma.
Mestres que leem meus pensamentos, por favor valorizem os momentos propícios para o estreitamento das relações entre seus personagens e os personagens dos jogadores, além disso observe os históricos premie aqueles que apresentam laços de amizades e sempre que possível jogue isso na história, para que seus jogadores mergulhem ainda mais na crônica e percebam que o mundo do jogo apresar de ser imaginativo, detém uma lógica e que esta o torna verossímil, as coisas só funcionarão bem se vocês, ou melhor, nós cooperarmos com as ideias e criações dos jogadores.

Bem senhores por hoje é só espero os comentários e um forte abraço!!

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Narrando Antes, Depois ou Entre Eventos Famosos.

Olá novamente! Meu post de hoje pretende falar um pouco sobre a dificuldade de narrar entre eventos épicos e famosos de um determinado cenário e como nós podemos contornar tal situação, como principal exemplo eu usarei o meu cenário predileto e um dos mais difíceis de serem narrados, falo de o Senhor dos Anéis.
O grande problema de campanhas que se passam entre, durante ou depois de grandes histórias é a sensação de que a maior de todas as histórias já aconteceu, ou seja, a linha do tempo e os maiores eventos do cenário  não são de fato protagonizados pelos jogadores, mas sim por personagens descritos em literaturas, filmes ou qualquer outra coisa do tipo.
Vejamos isso exemplificando com o Senhor dos Anéis, nesta obra todas as grandes histórias aparentemente já foram contadas e a grande história do universo, está sendo vivida por Frodo e companhia, o que aparentemente não dá espaço para mais nenhuma história épica.
Contudo, as coisas podem ser um pouco diferentes se nos colocarmos para pensar e abandonarmos os dogmas e a ortodoxia que como fã podemos ter, desenvolvendo essa ideia cheguei a algumas propostas e a partir de agora apresentarei elas a vocês que me leem.




A Primeira Proposta


A minha primeira ideia seria narrar em um tempo muito longínquo daquele apresentado como o presente, no caso de Senhor dos Anéis, seria como narrar no início da segunda era, permitindo que os jogadores sejam grandes heróis de eventos importantíssimos, mas que o tempo apagou da memória dos grandes sábios.
A vantagem desse método é que os jogadores poderão participar de fato da história, as coisas do presenta só são do jeito que são graças, ao menos e parte, das atitudes deles e da forma com que eles enfrentaram os desafios que o destino apresentou a sua grande bravura.
A desvantagem é que mesmo com o espaço temporal existe ainda um vínculo forte com a cronologia original o que pode trazer para alguns aquela sensação de prisão, outra desvantagem é a dificuldade que outros têm de narrar em períodos de pouca informação ou de um passado muito distante e "ferir" o clima do cenário.




A Segunda Proposta 


Existe também a possibilidade de narrar muitos anos a frente do presente apresentado pela obra, nesta perspectiva as páginas que se seguem estão em branco e de fato o narrador e o grupo podem viver aventuras de grande impacto no mundo do jogo.
A vantagem dessa perspectiva é a heterodoxia apresentada por ela, nada impede que narrador e jogadores mudem a geografia, adicionem novos inimigos, novas raças e novos poderes ao jogo, afinal tudo que ficou no passado passou e o futuro do cenário é completamente decidido por aqueles que contam a história durante o jogo.
A desvantagem que se tem é primeiramente a falta de direcionamento e o perigo de se perder o feelling  do cenário, o que pode causar um desequilíbrio e transformar tudo em um circo, outra desvantagem é que a maioria dos jogadores que jogam um cenário como Senhor dos Anéis gostaria de jogar no período que a história principal ocorre ou ao menos das suas causas.


Terceira Proposta


Esta é a mais tradicional, mas que sempre é bom falar, trata-se da proposta resumida na frase "Não é porque não está escrito em tal livro que outro épico nunca aconteceu durante o maior evento". O que nos leva a conclusão de que pode-se falar de um épico durante o épico, por exemplo vamos usar novamente Senhor dos Anéis, já imaginaram se enquanto Frodo caminhava para destruir o Um Anel Sauron estivesse reunindo outros poderosos artefatos, que poderiam garantir a aceleração de sua vitória?Bem, o livro não descreve algo do tipo, mas é racionalmente possível que algo assim pudesse acontecer.
Como ficou aparente a grande vantagem dessa terceira proposta é a ideia de jogar no mesmo período que os ícones da história e amplia-la tornando-se também protagonistas do grande épico que se construiu, no caso do nosso exemplo se não fosse os nobres aventureiros que frustrassem os planos de Sauron conquistar grandes itens mágicos talvez as coisas fossem diferentes.
A grande desvantagem como falado no começo do post é a aparente sensação de cadeia e poucas possibilidades encontradas na linha cronológica.




Minhas Conclusões 



Para mim senhores e senhoras o mais divertido dos três caminhos é o terceiro, apesar dos dois anteriores serem bem interessantes e não deixarem de trazer grande ideias, entretanto para mim a ideia de ajudar na construção de um grande épico e além disso ter a possibilidade de  encontrar personagens como Gandalf é muito prazerosa.
Neste sentido a aparente falta de possibilidades, o clima pré-determinado e as limitações de um cenário devem ser encaradas não como defeitos ou obstáculos intransponíveis, mas sim como ferramentas e "temperos" que nos direcionam a um determinado sabor. 

Afinal, como fã de algo e jogador de RPG meu desejo é viver e auxiliar imaginativamente uma história que admiro.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Culinária Medieval Enriquecendo Suas Descrições

Olá galera que visita o blog hoje o assunto do post é literalmente apetitoso, pois falaremos de comida,mais especificamente da comida que era feita na idade média. Tal post tem como intuito apenas ilustrar grosseiramente como era coisa e ajudar nas idéias dos mestres ao descrever um banquete medieval, então vamos lá?
A culinária medieval envolvia o uso direto do fogo, não existiam fogões, o que fazia com que os cozinheiros tivessem de ter domínio na arte de cozinhar diretamente em fogo aberto, apesar da ausência de fogões existiam fornos, entretanto estes eram de difícil fabricação e encontrados apenas entre os mais ricos e em padarias.
A conservação dos alimentos também era uma preocupação e por isso a maioria era secado e exposto ao sol ou/e ao vento, dependendo do clima de cada região, eram comuns também a defumação dos alimentos, a salga, a cristalização e a fermentação, lembrando que tudo de uma maneira bem rudimentar e pouco higiênica para os padrões contemporâneos.
O pão se constituía como  parte essencial da dieta de todas as classes sociais, no entanto aqueles mais ricos comiam um pão de melhor qualidade, mais pálido e macio enquanto os pobres se viravam com um pão duro e amarronzado, não se comia muito arroz, pois sua importação era muito cara. 
Em tempos de fome os grãos poderiam se substituídos por vegetais, além do pão eram feitos miguaus de todos os tipos de grãos, servidos geralmente como sobremesas ou pratos para doentes, quando fervidos em leite ou leite de amêndoas. Havia também a fabricação de biscoitos   principalmente Walfers consumidos na sobremesa.
Como não poderia de ser um dos mais ilustres funcionários na idade média era o padeiro, ele tinha um lugar de importância e sua palavra era levada a sério, graças a sua nobre função de fazer o pão, eles foram os responsáveis pelas primeiras organizações de comércio conhecidas.
Os vegetais também eram consumidos, mas eram consumidos principalmente entre as pessoas mais humildes, eles só tomavam o lugar de destaque nas mesas em tempos de escassez de grãos.
Já as frutas eram bem populares podiam ser servidas frescas, secas ou em conserva e eram comuns em muitos dos preparos de carnes, elas também eram usadas em pratos que requeriam adoçantes, como uma opção mais econômica em relação ao mel e ao açúcar, este último uma iguaria para poucos.
As carnes consumidas vinham em sua maioria de animais domésticos. A carne de boi não era tão comum, pois a pecuária era uma atividade cara e mais lucrativa do que a carne era o leite obtido das vacas, mais popular eram as carnes de porco, de carneiro e de cordeiro, graças a as suas facilidades, dentre elas destaca-se a da alimentação. Vale dizer que todas as partes dos animais eram comidas e suas tripas usadas para a fabricação de linguiças. Apesar de ser comum entre os nobres a carne era rara entre plebeus e camponeses.
Aves também eram consumidas principalmente a galinha,o peru era desconhecido até a colonização da América. Os peixes e os frutos do mar também eram consumidos e os primeiros eram frequentemente salgados ou defumados.
Enfim existia conhecimento sobre sucos, mas a bebida preferida no período era a bebida alcoólica, dentre estas as mais famosas eram a cerveja, o vinho e o hidromel, a importância da bebida alcoólica era tal que a água durante a idade média era  completamente desvalorizada e quase não consumida.


Espero que tenham gostado e não esqueçam de comentar

terça-feira, 12 de julho de 2011

Chuvas e Tempestades Aliados dos Mestres

Olá pessoas que acompanham o blog!Escolhi como tema de nossa conversa a chuva e as tempestades, isso se deu pela razão de que aqui em Recife tá chovendo muito, o que tem digamos causado alguns contratempos para mim e muitos transtornos para pessoas que vivem em situação de risco( gente se tiver como ajudar essa galera não esqueçam), outro motivo que me levou a escrever sobre o assunto foi minha noiva, a qual me alertou sobre a periculosidade desse fenômeno. Diante disso pensei será que nós mestres exploramos bem as desvantagens concedidas pela chuva?
Quando me deparei com essa minha reflexão cheguei a uma conclusão negativa, até a pouco tempo eu não tinha parado para pensar como a chuva pode ser um inimigo formidável e apesar de ter isso já em mente nunca usei, entretanto neste post me propus a pensar no assunto e as boas ideias nasceram.
Como falei a pouco a chuva não pode ser atacada e consequentemente seus inofensivos ataques não podem ser defendidos, resumindo ninguém que está numa viagem para buscar a pérola do deus dos dragões ligará para uma chuva que está encharcando suas coisas, no entanto o mestre pode mudar isso.
Para começar água demais pode estragar a preciosa comida que o grupo leva, os pergaminhos do mago, e aquela carta recebida pelo grupo para ter acesso a uma importante cidade e nada poderá ser feito pelos jogadores, exceto talvez para naquela casa velha de frente a estrada de onde sai um péssimo cheiro.
Outra coisa interessante que a chuva pode trazer é doença, os personagens se ficarem expostos ao frio por muito tempo estando eles molhados podem pegar pneumonia ou bronquite, o que acarretará sérios problemas se não houver uma porção de cura ou um clérigo com uma magia de curar doenças. 
Entretanto, as coisas ainda podem piorar ainda mais se por ventura os jogadores estiverem em um combate, pois a chuva pode trazer algumas penalidades para seus personagens, se eles estiverem muito tempo levando chuva pode-se aplicar uma penalidade pelo peso das roupas, do desconforto ainda maior da armadura molhada, o que ainda podemos unir a uma bela penalidade por visualização e por ultimo estabelecer o terreno como terreno acidentado. Mestre não esqueça de escolher para o encontro monstros certos que não recebam tanta penalidade pela chuva e sejam moveis e também não esqueça não amplie os poderes dos monstros nestas condições não é necessário, se quiser manter o grupo vivo use monstros abaixo do nível deles.
Ainda podemos usar como cartada final o frio causado pelo corpo molhado, sinceramente eu não sei se causaria uma morte, acho que não ( se alguém souber se sim ou não deixa a resposta nos comentários blz?) , no entanto é muito incomodo lutar sentindo frio e estando molhado, por isso senhores e senhoras eu acho que cabe mais uma penalidade pequena, o que juntando com as outras circunstâncias é um grande estrago.
Espero que minha reflexão ajude e espero também que vocês deem muito trabalho para seus jogadores e os faça entender porque lutar em tempos de tempestade pode trazer a morte de um grupo de aventureiros mal preparados para tais situações.

Obrigado pela visita e espero os comentários!