quarta-feira, 30 de novembro de 2011

A Experiência de Jogar no Mini Taulukko




Olá a todos que acompanham o blog! Hoje estou aqui para uma conversa curta que trará como assunto uma ferramenta muito legal, ferramenta esta que nunca havia usado e que fez de uma das minhas madrugadas de sábado um momento extremamente divertido, falo do Mini Taulukko.
Como a maioria de vocês devem saber o Taulukko é uma plataforma gratuita que permite aos seus usuários usufruírem de sessões de RPG de mesa através da internet, tal site é em muitos aspectos uma mão na roda para muito rpgísta que destituído de um grupo vê na internet sua saída para manter-se jogando.
O Taulukko de vez em quando está lançando uma novidade, seja um novo designer ou ferramenta nova, e nestes últimos tempos a galera caprichou trazendo a possibilidade de  anexar, como parte de qualquer blog, uma pequena versão resumida da ferramenta usada para os jogos.
Foi essa ferramenta, que também está presente aqui no blog, que eu usei no sábado passado. E a primeira coisa que quero dizer sobre ela é que é incrível, apesar de não haver a possibilidade de construir suas fichas no próprio programa, a ferramenta Mini Taulukko cumpre bem o esperado, que é: permitir jogos rápidos e divertidos, despretensiosos e descompromissados.
Recomendo a qualquer um que a teste e se possível a coloque em seu blog para uma maior divulgação, outro ponto que quero levantar como grande vantagem dessa ferramenta é a possibilidade de se jogar com pessoas desconhecidas e de outros lugares, isso é uma vantagem, pois além de lhe permitir começar novas amizades, traz a experiência de testemunhar diversas formas de  se jogar aumentando com isso sua experiência como jogador e/ou como narrador.
Enfim, por hoje é só para finalizar deixo aqui escrito minha intenção de voltar a jogar através do Mini Taulukko, além disso, deixo claro também que adoraria jogar com alguém que acompanha o blog ou ver um de vocês jogando por aqui pelo link. Se alguém um dia quiser jogar comigo é só deixar um comentário que nós marcamos será uma honra para mim, valeu e se tiverem experiências semelhantes deixem nos comentários um abraço!

sábado, 26 de novembro de 2011

Antologia SUPER-HERÓIS

Olá senhores e senhoras que acompanham o blog hoje estou aqui para divulgar um pouco uma antologia que brevemente irá siar pela editora Draco, não irei falar muito, pois o importante mesmo é se ligar nas palavras dos responsáveis por esta empreitada. Fiquem espertos aqui no blog que logo logo teremos uma entrevista com esses camaradas.


Antologia SUPER-HERÓIS
Guidelines



O.k., nem todo mundo curte os filmes e quadrinhos de super-heróis.  Porém, se você gosta de escrever literatura fantástica e não se inclui nessa minoria, gostaríamos de convidá-lo a submeter um conto para apreciação na antologia que estamos organizando para a Editora Draco, cujo título provisório (imaginativo) é Super-Heróis.

Nossa proposta é organizar uma antologia de contos bem escritos que abordem as aventuras de super-heróis de forma criativa, original e preferencialmente com tempero lusófono. Tanto faz se seu herói é humano ou alienígena, se possui superpoderes ou não, se é um bom sujeito ou nem tanto — embora, em princípio, prefiramos que nossos autores deixem os vilões do tipo sociopata mascarado para uma eventual Super-Heróis II: Supervilões.  Tampouco importa se você mostrará a gênese do seu herói ou se ele cairá de paraquedas no meio de uma grande aventura.  O importante é que seu(s) protagonistas sejam psicologicamente bem delineados e que suas aventuras / desventuras constituam uma leitura instigante e divertida.

Fanfiction?  No que se pese ser difícil reinventar a roda, no quesito originalidade, não desejamos receber fanfictions. Nada contra trabalhos escritos por fãs para homenagear seus heróis favoritos no âmbito amador dos blogues e e-zines. Contudo, no âmbito profissional, a história é outra.  Daí, no intuito de evitar a possibilidade de nos tornarmos (autores, antologistas e editores, não necessariamente neste ordem) réus em processos judiciais movidos pelos detentores legítimos dos direitos autorais sobre super-heróis criados por terceiros, incentivamos com empenho os autores que pretendem participar deste projeto a criar seus próprios heróis em vez de “tomar emprestado” personagens da Marvel, DC ou outras empresas. Para evitar riscos desse gênero, rejeitaremos pronta e inapelavelmente sem apreciação do mérito literário qualquer trabalho que nos pareça fanfiction.

Tamanho: Desejamos apreciar trabalhos entre 3.000 e 12.000 palavras.  Isto não significa que submissões fora deste intervalo serão sumariamente rejeitadas.  Se o conto analisado possuir qualidade literária e se enquadrar na temática proposta, essa qualidade será considerada em nossa apreciação, mesmoque o texto seja menor ou maior do que o limite proposto.  Noentanto, a bem da sinceridade, deixamos claro que apreciaremoscom maior simpatia trabalhos dentro do intervalo referido.

Filosofia de trabalho: Analogamente, gostaríamos dereceber trabalhos criativos e originais cujos enredos mostrassem heróis ou super-heróis inseridos direta ou indiretamente na cultura brasileira e/ou portuguesa, mostrando o impacto socialda existência e das proezas desses personagens e de seus superpoderes nessa cultura.  Não se trata de uma exigênciaestrita.  Trabalhos que nada tenham a ver com o Brasil ou comPortugal serão apreciados com a atenção devida e poderão sereventualmente aceitos.  Porém, cumpre frisar nossa predileçãopor contos lusófonos de corpo (i.e, escritos por autoresportugueses e brasileiros) e espírito (enredopersonagens, ambientação lusófonos).

Deadline: 31 de março de 2012.

Data de lançamento (provável): Fantasticon 2012.

Eis aqui a oportunidade ímpar do autor lusófono de literatura fantástica criar seu próprio super-herói e imortalizá-lo nas páginas impressas da Super-Heróis.

As submissões devem ser enviadas apenas em versão eletrônica, formato rich text file (.RTF), para os e-mailslfvasques@gmail.com e glodir@unisys.com.br, com cópia de segurança para o e-mail ericksama@gmail.com. Confirmaremos a recepção de todos os trabalhos recebidos.

Dúvidas?  Não hesite em contatar os seus antologistas de plantão.

Gostaria de discutir sua trama ou linha de enredo conosco?  Não se acanhe.  A casa é sua!  Estamos aqui para isto.

Aguardamos ansiosamente a submissão do seu trabalho.



Luiz Felipe Vasques & Gerson Lodi-Ribeiro (antologistas)

Erick Sama (editor).

Setembro de 2011


terça-feira, 22 de novembro de 2011

Construindo e Usando O Renome de Personagens Parte 2

Olá senhores e senhoras! Hoje  voltemos a falar de Renome, entretanto deixando um pouco de lado os pontos abordados no último artigo e desenvolvento outras formas que o renome pode ser construído, trabalharemos nesta humilde reflexão no seguintes pontos: Herança, morte e ressurreição de personagens. Então vamos lá?


Quando um personagem se descobre herdeiro


Dinheiro sempre traz fama, assim como status também, e quando estas duas coisa se combinam muitas aventuras e enrascadas podem acontecer, principalmente quando você não está consciente desses elementos, o que pode temperar de uma maneira cômica ou bem tensa uma campanha.
Ao contrário do que foi falado no primeiro ponto, não estamos preocupados com personagens conscientes de sua nobreza,mas sim com aqueles que em um dado momento descobrem-se como celebridades, fama essa advinda de uma herança, que pode ou não ser agradável, destinada ao jogador.
Acho que neste aspecto o mais importante é a interpretação do como lidar com toda essa confusão, dessa maneira acredito que o papel do jogador é tentar demonstrar a evolução psicológica do seu personagem diante de um fato surpreendente, que pode ser bem vantajoso ou assustador.
Ao mestre resta explorar exaustivamente essa condição como ferramenta de enriquecimento a campanha, perguntando-se de que maneira um renome construído por uma inusitada herança pode abalar ou ajudar o grupo, impedindo-o de seguir ou ajudando-o na resolução da trama principal.



A morte é  sinônimo de esquecimento?


O segundo ponto que eu quero tratar é sobre mortes de personagens e a construção do renome através dela, como primeira coisa a fazer nesta segunda parte vamos responder a pergunta do subtítulo com um grande e expressivo NÃO. Então o que de fato deve representar a morte de um personagem? Deve representar a construção de uma lenda, ou seja, de uma grande história que deve ser lembrada até nos confins das terras.
Dessa maneira, senhores narradores e narradoras, façam dos jogadores, que perderam seus personagens, felizes e deem a devida relevância a todas as atitudes do herói que foi morto colocando-o no lugar que a ele pertence, como grande responsável pela continuidade do grupo.


Vale lembrar que o parágrafo acima implicitamente leva em consideração mortes heroicas e nada de loucuras e imprudências, resumindo um herói é inesquecível, mas um aventureiro que se passa de invencível no máximo será lembrado como um péssimo exemplo, por isso senhores e senhoras, cuidado com os atos de seus personagens ok?



Ressurreições um retorno triunfal


Por ultimo ponto trataremos da volta dos mortos, uma ferramenta bem interessante que pode trazer um grande "boom" para a campanha e torna-la maravilhosa, entretanto deve ser usada com moderação, pois se assim não for logo perderá a graça e se tornará  instrumento para metajogo do tipo "  relaxa todo mundo que morre ressuscita' ou " olha vou fazer tal coisa meu personagem morre, mas daqui a algum tempo ele revive".
Mas, voltando um pouco ao eixo principal dessa conversa eu acho humildemente, que está nesse ultimo ponto uma das formas mais fantásticas de construir o renome de forma espetacular, digo isto graças ao elemento surpresa que uma volta dos mortos tem e de como isso pode afetar a campanha, mas também pela repercussão que pode haver em todo o cenário, se o personagem for poderoso e representar uma esperança, ou quem sabe até a total perdição, ou  se por ventura uma ressurreição nunca tenha acontecido no cenário jogado. Haverá de qualquer forma uma mudança na trama e teoricamente tal personagem será sempre lembrado e talvez dividirá até a história, para deixar dois exemplos bem fortes do que foi tratado podemos citar Gandalf, que volta como o Branco e por isso ganha um novo status, além de ser crucial para o derradeiro combate, outro que podemos citar é Jesus, este dividiu a história e é o centro da religião predominante no Ocidente.


Encerrando a discussão


Como se viu  muitas são as formas que se pode lidar com o renome e sua construção ,entretanto com palavra final gostaria de dizer que existem muitas mais, que não foram lembradas por mim, então se vocês senhores e senhoras quiserem enriquecer esse post comentários serão bem vindos, no fim das contas fica uma dica bem geral, renome e fama de personagens, seja ele vivo ou não, nobre ou não, se dará sempre através da interpretação e do lembrar que jogadores e narradores devem sempre exercitar.


Obrigado e até breve.



sábado, 19 de novembro de 2011

Cinema do Falando de RPG: Korgoth de Barbaria

Olá senhores e senhoras, hoje em nossa sessão de cinema teremos uma lição de como ser um bárbaro, um guerreiro selvagem e sagaz, com o curta metragem, que ao que aparenta é um episódio piloto de uma série que não vingou, chamado Korgoth de Barbaria.
Sem mais delongas vamos ao vídeo, mas antes novamente eu lembro não se esqueçam de comentar e claro da pipoca, bom filme.










terça-feira, 15 de novembro de 2011

Quando a Paixão Perde o Brilho





Olá pessoas, hoje estou aqui para desabar um pouco e compartilhar com vocês esse desabafo que começou no blog Masmorras e Dragões e desenvolveu-se no Cavaleiros das Noites Insones e vai continuar se desenvolvendo aqui também.
Os dois posts citados no paragrafo anterior tratam de um assunto que muito me incomoda: a cópia de postagens e o afastamento do assunto principal dos blogs de RPG, ou seja, o RPG. Poxa pessoal! Eu fico me perguntando qual é razão de termos um blog sobre um assunto que gostamos? Não seria contribuir com este assunto e discuti-lo no intuito de nos divertimos? Minha resposta sempre foi sim, o que nos remete a questão do titulo do post, as coisas devem ser feitas com paixão.
Mas, o que temos quando nossa vontade de contribuir para um hobbie, ou um assunto qualquer, se torna apenas pretexto para nos destacarmos e nos tornarmos os mais vistos, ou pior, quando tudo isso vira desculpa para ganharmos dinheiro com a facilidade dos clicks de nossos visitantes?( não que nos blogs de RPG seja o caso) É senhores e senhoras a paixão simplesmente se definha e perde o brilho que a tornava tão mágica restando apenas as cinzas.
Então façamos a pergunta: para que nos serve um espaço de debates sobre RPG? Obviamente para falarmos do assunto e colocarmos em prática algo que está no RPG e além dele, falo da  imaginação, nossa capacidade de criar, aquilo que nos torna humanos. Acho que devemos todos nós nos esforçarmos para cumprir um pacto, um compromisso em relação aos nossos posts, devemos sempre priorizar a qualidade e não a quantidade, a criação autoral ao invés de notícias rasas e assuntos que no muito tangenciam o foco de nossos blogs,pois o que importa no final do dia não são os clicks e as visitas, no final do  dia o que importa é a sensação de ter contribuído com algo muito maior e se divertido com isso.
A pergunta que eu me faço às vezes é onde perdemos nossa despretensiosidade?( e não faço essa pegunta apenas em relação aos meus hobbies) O que torna os posts, as conversas e as discussões boas é o fato de que tudo é feito por amor, sem pretensão de lucros e ganhos, quando a sede por ganhos, sejam eles em clicks e popularidade ou financeiros, ultrapassa a despretensiosidade do se divertir começa existir um grande problema.
Temos que voltar a fazer o que gostamos de fazer sem tornar isso uma obrigação, afinal o RPG não passa de uma grande brincadeira não é? 
Enfim, eu quero concluir dizendo que apesar dessa frustrante realidade eu acredito numa tomada de consciência coletiva e uma mudança de postura de todo nós rpgístas, acredito que as mentes retornaram a florescer em uma primavera criativa e que esse inverno de cópias de notícias e posts de assuntos de pouco envolvimento com RPG irá passar, espero assim que seja uma fase, deixo como recado e como emblema dessas discussões uma frase digitada pelo Fernando Fenrir,vista por ele em outra discussão sobre o assunto,  e que expressa muito bem o que deseja nossos corações


 "é melhor publicar um conteúdo legal por semana do que entulhar de cópias de outros sites meu blog o dia inteiro."
  

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Construindo e Usando o Renome de Personagens Parte I

Olá senhores e senhoras que acompanham o blog hoje gostaria de compartilhar com vocês algumas ideias de como construir uma veracidade maior para nossos cenários e também para as nossas aventuras, para isso nós usaremos uma característica bem interessante chamada  renome.
Como todos aqueles que não faltaram as aulas de história sabem, na idade média uma pessoa era considerada importante de acordo a reputação de sua família e de seus feitos, ao contrário da atualidade onde uma pessoa na maioria das vezes vale aquilo que ela detém finaceiramente.
Neste sentido, no período mediveval havia assim entre uma nobreza uma preocupação com a fama e o prestígio de seus nomes, a manutenção de tais honrarias eram vistas como as principais preocupações dos nobres ociosos, que frequentemente poderiam se envolver em guerras e torneios para abrilhantar ainda mais suas proezas.
Deixando um pouco de lado esse pano de fundo histórico, grosseiramente formulado, nos perguntamos: O que de fato essas situações trazem para nossos jogos de RPG? Como usar o renome de maneira eficaz e verossímil?

Com nossas questões formuladas vamos às dicas que possibilitaram algumas luzes sobre o assunto

Reconhecimento Familiar  de um Personagem

O primeiro ponto que podemos tratar obviamente é o reconhecimento familiar, neste não há muito segredo, apenas se precisa de um pouco de atenção por parte do mestre e também por parte do jogador para que assim ambos possam competentemente trabalhar a nobreza de um personagem em particular.
Ao mestre cabe sempre lembrar que determinado personagem é um nobre que as pessoas deveriam reconhece-lo como tal e sendo assim este poderia ganhar alguns favores como por exemplo ter sua entrada facilitada, ou quem sabe conseguir favores da autoridade local. No entanto não há apenas flores neste jardim, pois o mestre pode utilizar a fama genealógica do personagem contra ele, fazendo com que as portas se fechem diante dele ou que ele seja ameaçado de morte por pertencer a uma familía de nobres que naquele local não é bem quista.
Ao jogador cabe dedicar-se ao seu histórico primeiramente pensar como a família conseguiu a fama e se ela ainda se mantém forte, além disso uma outra boa questão é se perguntar se o seu personagem vive a sombra do reconhecimento que a família tem, se ele se sente preso a isso ou se ele não se importa. Outra característica que poderia enriquecer ainda mais o renome concebido através da família seria a construção de uma árvore genealógica, outro ponto bastante ijmportante é a interpretação, o jogador deve ter consicência de sua nobreza, dessa maneira deve reger suas ações com coerência, seja para renegar sua herança nobre e a fama de sua família, seja usar esta fama ao seu favor.

Os Atos Heróicos ou as Falhas Desastrozas 

Outra maneira de construir e usar o renome é utilizar as falhas desastrozas e os grandes atos heróicos dos pdms e dos personagens dos jogadores, afinal fracassos e vitórias se tornam notícias e  estas são transformadas em lendas que  são levadas facilmente pela brisa.
Torna-se gratificante assim escutar em um vilarejo próximo ou até em um outro reino ou dependendo do feito em outro plano a história de um determinado herói, assim como a fama de seu fracasso pode se tornar um combustível a mais para que este busque mudar sua reputação, entretanto em relação aos fracassos aconselho parcimônia no uso com os jogadores, pois se não houver uma boa conversa eles podem entender de maneira desagradável tal situação.
Para finalizar acho que os atos heróicos devem ser defenidos como aqueles que salvaram toda a história, ou seja, atitudes em situações cruciais, que podem por exemplo podem ou não serem medidas através do sucessos automáticos (20 no d20). Em relação as falhas desastrozas acho em minha humilde opinião que deveriam ser definidas como momentos cruciais que não foram resolvidos de maneira favorável, ou seja, as grandes tragédias que uma vida de heroísmo também pode trazer, assim como os atos heróicos poderíamos mesurar  ou não as falhas através de falhas críticas (01 no d20).
Concluindo ou não

Essa foi a primeira parte deste assunto que se desmembrará por mias um post (eu acho), a principal intenção com essa minha reflexão é tentar dar um pouco mais de importância  e realismo aqueles que fazem do cenário de jogo, ou seja, os personagens(sejam dos jogadores ou do mestre)

Até logo e espero os comentários. 

 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Pensando Sobre Elfos


Olá senhores e senhoras! Hoje venho aqui compartilhar alguns pensamentos que tive sobre elfos e sobre como enriquecer um pouco o background dessa raça apresentada no Livro do Jogador de  D&D 4ed. São apenas algumas ideias nada muito elaborado ou cansativamente pensado espero que vocês gostem e  que minhas palavras ajudem a vocês a enriquecerem mais seus mundos , como sempre peço  não esqueçam de comentar e dizer o que acharam, além de sugerirem a próxima raça que vocês gostariam de ler.

Elfos

A organização dos elfos é tribal e há sempre um casal de anciões  que geralmente interliga todas as outras famílias élficas que compõem o clã. Tais famílias são sempre interligadas com laços consanguíneos o que faz com que todos os elfos do clã sejam parentes de alguma maneira.
Os casamentos dos elfos são predominantemente fechados, ou seja, acontecem dentro de um mesmo clã, no entanto casamentos entre clãs não são inexistentes apenas atípicos, os motivos para tais excepcionalidades são diversos, desde guerras a amores proibidos e algumas lendas élficas famosas contam essas histórias.
Em uma mesma floresta geralmente vivem diversos clãs, não existe um governante soberano que submeta  todos os clãs a sua autoridade, porém um concelho central é formado de tempos em tempos pelos casais mais velhos, geralmente quando o concelho se reúne não é um bom sinal, pois sua principal função é refletir sobre os perigos que ameaçam a população élfica em sua totalidade, além desse motivo conflitos entre clãs também podem reunir o concelho assim como pedidos de aliança inter-racial.
A religiosidade élfica é bem sofisticada, pois ao mesmo tempo que podem reverenciar os deuses eles também compreendem que a natureza detém consciência e se manifesta através dos Espíritos da Natureza, diante disso seus cultos são dotados de um sincretismo particular, o que permite assim uma maior harmonização entre essas duas manifestações transcendentais.
Os elfos são desconfiados com outras raças não feéricas, principalmente anões que para elfos são caricatos e mal humorados, entretanto nada causa mais raiva a um elfos do que as criaturas que vivem para destruir, matar e pilhar, dentre estes os orcs são os mais odiados com toda a certeza.
Por fim vale lembrar que elfos são conquistadores e frequentemente grupos são formados para buscar novas terras, ou melhor florestas inabitadas, além das fronteiras, contudo raramente elfos são vistos por olhos normais, dessa verdade surgiu então um célebre  ditado: " em todo lugar sempre  há um elfo, mas  quase sempre em qualquer lugar um  não se verá "



terça-feira, 8 de novembro de 2011

Cinema do Falando de RPG: D&D em um Stand Up para quem ri de si mesmo

Olá pessoas enquanto estava garimpando coisas legais na internerd achei esse vídeo interessante trata-se de um momento do Stand Up de um humorista ( americano eu acho) que faz humor com os esteriótipos dos nerds e dos rpgístas.
Eu particularmente gostei dos quase quatro minutos de comédia feita as custas do D&D e de seus fãs, bem sem mais delongas deixo o vídeo e além disso aviso, o que virá é recomendado apenas para aqueles que conseguem rir de si mesmos ou ao menos da caricatura que o mundo faz de nós, nerds jogadores de D&D

não esqueçam a pipoca e também de comentar 


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Sem Inspiração para Nomes? Consulte a Bíblia



Olá pessoas! Novamente estou aqui para trazer algumas dicas de como melhorar as nossas sessões de RPG, hoje trataremos de nomes especificamente de quando estamos com preguiça de abrir  a internet e usar o gerador de nomes ou com falta de criatividade para bolar alguns nomes.
Bem, como muitos ou todos que acompanham o blog sabem eu sou cristão protestante e como tal leio a Bíblia frequentemente e a lendo comecei a perceber que ela pode ser uma boa fonte de inspiração para jogos de interpretação.
Porém, o que quero ressaltar do livro sagrado hoje é sua possibilidade de ser usado como uma grande compilação de nomes, pois como sabem aqueles que tem maior intimidade com a Bíblia ela é cheia de genealogias que podem oferecer dezenas de nomes para personagens dos jogadores e personagens do mestre.
Então minha dica hoje é essa quando você estiver buscando algum nome legal e não estiver conseguindo criar nada ou não tiver oportunidade de usar um gerador de nomes pegue uma Bíblia e procure uns nomes. Logo abaixo para facilitar o manuseio deixo algumas referências que tratam do assunto.

  • Gênesis cap. 05
  • Gênesis cap. 10
  • 2 Samuel cap. 3 Verso 2-6
  • Neemias cap.12  verso 1-26
  • Mateus cap. 1 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

E Quando o Mestre é Subestimado O Que Fazer?

Olá leitores e leitoras do blog estou eu aqui novamente para compartilhar com vocês ruminações sobre o nosso hobbie, hoje trago para vocês minhas simples reflexões sobre o que fazer quando você ou eu como mestre somos subestimados?
A primeira coisa que eu gostaria de dizer é quando as pessoas duvidarem da sua competência é chegada a hora de você surpreende-las. E para que isso de fato aconteça é preciso que certos cuidados e novas diretrizes sejam tomadas.
Mas, antes de partirmos para algumas dicas precisamos identificar de maneira geral os motivos que levam mestres  a serem subestimados. Um dos principais motivos é a inexperiência, outro ponto que causa antipatia por parte dos jogadores com o mestre é a falta de diálogo deste com os primeiros o que em consequência faz com que o último seja assim subestimado, diante desses pontos rudemente identificados vamos desenvolver algumas dicas.
Nem sempre quem parece ser fraco é fraco


Vencendo a Inexperiência


Quero dizer que quando falo de inexperiência aqui estou sendo bem abrangente, no sentido de que tento abarcar tanto mestres novatos quanto mestres relativamente veteranos que tem dificuldades com algum tipo de ambientação ou/e estão iniciando uma nova empreitada em um sistema desconhecido.
Diante deste panorama a grande dificuldade que se apresenta é a falta de conhecimento sobre a novo domínio, então o que podemos definir como primeiro ponto para que um mestre subestimado demonstre seus talentos é: demonstre conhecimentos e jogo cintura em sua administração.
Uma analogia bem útil é comparar um mestre subestimado a uma banda em sua primeira apresentação, a banda causará expectativa, entretanto muitos esperaram o seu fracasso desconfiaram do talento e colocarão o novo grupo em prova, este por sua vez deve inovar em sua musicalidade apresentar de maneira particular um gênero musical, o mesmo é aplicável ao narrador de RPG desconhecido e subestimado ele precisa demonstrar uma maneira particular e degustável de determinado jogo/gênero de RPG.
Para que isso ocorra não devemos de maneira nenhuma temermos adaptar grande obras, beber de bons autores, acho em minha humilde opinião que uma boa narrativa supera qualquer adversidade e em minha experiência de RPG no final das contas não é as regras que os jogadores normais buscam,mas sim uma boa história.




A aparências pode enganar hehehehe


Conversar e a Chave


Bem senhores o outro ponto que eu não canso de falar aqui no blog é a importância do diálogo, toco sempre neste assunto porque acredito que uma boa conversa é a chave para uma boa interação em jogos de RPG e neste caso não é diferente.
Sejamos então humildes,pois geralmente a galera que curte RPG é uma turma bem fácil de lidar, sendo assim acho que um mestre que está se sentido ou está nitidamente sendo  subestimado deve  conversar expor suas dificuldades e pedir algumas dicas ao seu grupo.
Caso a situação seja em uma evento nada melhor do que ser transparente deixando claro para o grupo as suas dificuldades e sua inexperiência confiando assim em sua história e no andamento da narrativa, caso o problema seja com a construção da história então o melhor é estudar as narrativas dos livros de literatura, filmes e histórias e quadrinhos para ganhar mais experiência, claro sem deixar de narrar para pegar a prática.


Davi e Golias, o jovem  baixinho salvou Israel


Outras Dicas para Impressionar Jogadores


Outras coisinhas que podem ajudar a impressionar os jogadores é uma boa interpretação, mudanças de voz e alguns sustos nos jogadores também ajudam, além disso, não podemos esquecer de recursos visuais mapas, miniaturas, marcadores ou qualquer parafernália rpgística.
Para finalizar deixo com vocês uma dica valiosíssima como dizia minha avó "cara feia é fome e comida conquista simpatia" então mestres de plantão não esqueçam de mimar os jogadores com um lanche, pois se vocês juntarem comida, sinceridade e esforço para superar suas dificuldades em prol de não serem mais subestimados, fiquem certos vocês terão mais que a metade do caminho conquistado.


E então senhores e senhoritas vocês concordam, discordam? Comentem e deixem suas opiniões 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cinema do Falando de RPG: The Gamers Legendado

Olá senhores e senhoras que acompanham este blog hoje estou aqui para divulgar um filme muito legal que todo rpgísta deveria assistir falo do The Gamers, sem muitas delongas deixo logo abaixo as quatro partes devidamente legendadas, não esqueçam da pipoca e bom filme!!