quinta-feira, 1 de março de 2012

Poesia de Quinta: A Ruína da Serpente

Olá pessoal! Quase que hoje não tínhamos o nosso post, mas graças ao bom Deus eu consegui ter forças para criar a nossa poesia de toda quinta; e hoje especificamente trago a vocês a história de um dragão verde chamado Saycolax a Serpente e de como se chegou a sua ruína, espero que gostem e como sempre digo não esqueçam de comentar!





















A Ruína da Serpente

Saycolax a serpente
Era um jovem dragão verde
De duras escamas e fortes asas
Passar por sua floresta ninguém ousava

Por dois séculos escravizou com terror
Com horrorosos saques trouxe a dor
Fez-se dos homens algoz e senhor
Roubando-lhes a vida e o ouro

Seu orgulho passou a ser forte
Mas o destino mudaria sua sorte
Um garoto nascido em meio ao seu horror
Mostraria ao dragão o sabor  da dor

Assim depois que o tempo certo se fez
O garoto cresceu e disse:" da serpente chegou a vez"
Saiu e adentrou a verde e antiga floresta
Desafiando em bom som o senhor daquela terra

Saycolax colérico o atacou do alto
Mas o garoto se salvou por pouco do ato
Zombou do dragão e venceu seus jogos
Aumentando da serpente o ódio

Seguiu-se o momento mais difícil 
Uma batalha furiosa e incrível
Onde apenas um do envolvidos ficaria vivo
Sendo pelos bardos aclamado, louvado e conhecido

Garras, rugidos e sopros o dragão fazia
Escuto defendia e espada afiada reluzia
Foi assim durante  frias noites e longuíssimos dias 
Sem contudo chegar a morte para uma das duas vidas

Longo tempo aquele combate perdurou
Mas enfim no poente do sétimo dia terminou
Seu vencedor muito ferido e quase morto ficou
Mas o seu adversário moribundo tombou 

Assim foi então o desfecho da serpente
Vencido e humilhado no sétimo poente
Trazendo a glória e esplendor ao bravo e poderoso garoto
O guerreio que tornou mais que um sonho a liberdade de seu povo