terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Contos de Campanha Relatos da Aliança Rebelde: A CARTA PARA OS NOBRES

Hoje meus queridos 1d4 leitores eu trago um pequeno texto que refere-se ao meu cenário Reinos & Ruinas e a minha campanha O Retorno do Principe, este post tem a finalidade de demonstrar um pouco da atmosfera do meu mundo para aqueles que estão jogando esta campanha e para aqueles que não estão jogando, contudo em aconcelho antes de lerem este post lerem o post intitulado minha campanha de d&d, então sem mais delongas vamos ao que interessa


Asfort, primavera do ano 500 da era da Aliança dos Homens

Escrevo esta carta sem divulgar o meu nome meu caro amigo porque sabes do perigo que nossa organização corre, fazendo-se necessária a ocultação do meu nome e de meu paradeiro, contudo não poderia de deixar de informar os acontecimentos que vi, a desgraça que se abateu em nossa ultima reunião e também a esperança que mesmo em um periodo de obscuridades persiste e nos permite sonhar com dias mais acalorados e dourados.
Como sabes, descobrimos que as palavras que vem do trono,comandado pela raposa usurpadora, eram deveras mentirosas e cheias de malicias,o grande sol não havia se posto mas estava preso nos grilhões de um eclipse macabro.
Perante esta revelação, nós debatemos nas noites amarguradas e dias sombrios, sobre que decisões deveriam ser tomadas, avaliamos as palavras e as propostas e as pesamos como se fossem corações de homens e então decidimos que o melhor seria eleger um pequeno grupo que podesse atender nossa necessidade.
Como foi decidido foi feito e uma reunião foi organizada e orquestrada, nela havia alguns nobres e alguns sem fama, um clérigo e guerreiros e um estrangeiro, que vinha das terras de Hadel, o reino que é  a caça da raposa usurpadora do trono do sol.
Na reunião, eleitos foram os salvadores do sol, mas antes que fossem dados a eles as chaves dos grilhões, a desgraça abateu sobre nós, como uma doença que esmorece um corpo moribundo.Flechas e fogo choveram como tempestade sobre a palha do nosso esconderijo, o grito dos soldados podiam ser ouvidos juntamente com as janelas sendo quebradas, o desespero tomou conta dos presentes, por sorte o estrangeiro de maneira firme e quase mágica nos guiou para a saída secreta.
Contudo, já era tarde demais e muitos de nós foram presos outros se esgueiraram pela floresta a dentro enfrentando seus perigos e a noite que engolia o dia, mas no meio desta caótica situação fi quei sabendo que os eleitos foram em direção a Hadel, tranquilizei-me e esperei o pior, porém fui agraciado com a fuga, talvez um plano do destino para que esta mensagem fosse enviada a você.
Por fim, quero dizer que as nossas esperanças podem se renovadas, pois apesar da vigilância na floresta e na estrada, os elitos furaram a barreira e espero terem chegado a Hadel, vamos rezar que tenham chegado a tempo.
Os que foram presos precisarão de ajuda e espero que ela venha de você através de uma pequena força que os liberte, por favor não tema e orquestre a libertação. Seja corajoso!

Estas são as minhas palavras até a próxima carta!

Obs: Depois de ler esta mensagem encarecidamente a destrua